Close Menu
Household InnovationHousehold Innovation
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Contato
  • Anuncie
  • Últimas Notícias HI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

EsfreBom lança esponja que protege unhas e não risca

17/07/2026 · 10:57

Macler dá dicas de cuidados essenciais na manipulação e estocagem do Hipoclorito de Sódio

15/07/2026 · 17:25

Tallow + Ash lança linha premium para lavanderia nos EUA

15/07/2026 · 13:52
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • Contato
LinkedIn Instagram
Household InnovationHousehold Innovation
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
Newsletter
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Contato
  • Anuncie
  • Últimas Notícias HI
Instagram LinkedIn
Household InnovationHousehold Innovation
Início » Abiquim destaca avanços em sustentabilidade e regulação na indústria química
ESG Por Ricardo5 minutos de leitura15/01/2025 · 14:39

Abiquim destaca avanços em sustentabilidade e regulação na indústria química

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

2024 consolidou a química brasileira como referência em sustentabilidade e regulação, com avanços como o PL 6120 e o uso de energia limpa

Segundo André Passos Cordeiro, presidente executivo da Abiquim, ainda que desafiador, 2024 foi um ano também marcado por grandes conquistas. Uma das mais recentes foi a aprovação do Projeto de Lei do Inventário Nacional de Substâncias Química, fruto de um trabalho de mais de 10 anos da Abiquim, que posiciona o Brasil como referência no Hemisfério Sul, em regulação do uso adequado de substâncias químicas.

Também houve avanços no que tange à promoção de um ambiente regulatório para todo o setor químico e industrial brasileiro e para todos os demais componentes da cadeia produtiva. Demos passos importantes para iniciar um processo de amplificação da competitividade do setor com a lista de elevações transitórias da tarifa externa comum. Sabemos que esse é só um primeiro passo, todavia, é relevante para enfrentarmos o cenário internacional extremamente adverso, com excesso de capacidade produtiva de produtos químicos no mundo e programas pesados de subsídios nos principais produtores mundiais de químicos.

Dentro desse contexto, importante destacar que a indústria química brasileira trabalha com energia limpa e sustentável, sendo que 83% da energia que usamos vem de fontes renováveis. Dependendo do produto, geramos metade das emissões de CO2 por tonelada produzida em relação aos nossos principais concorrentes do mundo. Terminamos 2024 com um faturamento de 158,6 bilhões de dólares. Respondemos por 11% do PIB industrial e geramos 30 bilhões de reais em tributos federais anualmente, além 2 milhões de empregos diretos e indiretos; e pagamos salários muito acima da média da indústria.

A química, portanto, é um setor econômico singular para a construção de um país mais justo, mais humano e que de fato, contribua, por meio da ciência e da tecnologia, para a solução dos principais problemas que a humanidade enfrenta hoje.

A Agenda 2050 da ONU é também a nossa agenda. E a indústria química está no caminho de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Estamos na base da sustentabilidade da atividade agrícola, ajudando a fornecer alimentos seguros e saudáveis para uma população que já supera os 8 bilhões de habitantes no mundo. Também estamos na base do desenvolvimento de novos fármacos, vacina e tratamento de saúde, ajudando a erradicar e a superar momentos graves como foi a pandemia de Covid-19. Água potável e saneamento básico não existiriam sem a química.

Estamos atravessando a porta de entrada para a economia de baixo carbono e a indústria química está pronta para liderar essa transição. A química de baixo carbono está relacionada ao uso de tecnologias que reduzam ou neutralizem a emissão de gases de efeitos estufa – a química renovável, a captura e estocagem de carbono e a reciclagem química são alguns exemplos dessa liderança que pode ser exercida pela indústria química brasileira.

A indústria química já deixou de ser uma indústria somente de base fóssil para se tornar bioquímica. Ou seja, a química baseada em biomassa. Nesse sentido, a recente aprovação do PL 6120, que regula substâncias químicas e cria um inventário de mais de 15 mil produtos químicos, coloca o Brasil alinhado às melhores práticas mundiais de segurança de produtos químicos.

Isso aumenta o potencial de inserção internacional dos nossos produtos, além de garantir mais segurança ao meio ambiente e à saúde humana. No final de 2024 criamos um grupo de trabalho de matérias primas sustentáveis com empresas associadas, não associadas, e governo. Nosso objetivo é construir a curva de neutralidade das emissões de gases de efeito estufa do setor, considerando os níveis de tecnologia e inovação que já temos, a configuração da matriz energética brasileira e o potencial da indústria para descarbonizar outros setores.

Vivemos um grande processo de desglobalização, em que as grandes potências econômicas estão fortalecendo suas indústrias com programas robustos de apoio à produção e à inovação. Os EUA, a União Europeia, o Canadá e o Japão são alguns exemplos da força de competição que estamos enfrentando.

Entendemos, portanto, que a participação do governo em seus diferentes níveis, com engajamento e atividades de coordenação, promoção e fomento será fundamental para viabilizar a transição da química fóssil para a química do carbono, equilibrando essas duas dimensões. A transição exige visão de futuro: conhecer as potencialidades, os obstáculos e os caminhos mais promissores para o Brasil é fundamental. Liderar globalmente esse processo é o tipo de oportunidade que não se apresenta duas vezes e a indústria química está pronta para esse desafio.

Por fim, importante salientar que mesmo com a química avançando na agenda de sustentabilidade ainda não conseguimos consolidar um marco regulatório e alianças na cadeia produtiva que assegurem o suprimento de matéria prima, especialmente o gás natural e o etano, em quantidade suficiente e preços que proporcionem competitividade adequada para nossa indústria. Também não temos oferta e preço de nafta competitivos no Brasil. A mesma realidade está presente no custo da energia brasileira – mesmo tendo a matriz energética mais sustentável do que outros países, o custo dela ainda é um constrangimento para nossa capacidade de competir.

O mesmo desafio se apresenta para a produção com matéria primas renováveis, verdes, circulares, sustentáveis. Se faz necessário estabelecer as condições regulatórias e de mercado adequadas para a competitividade quando se produz a partir delas. Esses são passos fundamentais para que, de fato, consigamos fortalecer a indústria nacional.

A Abiquim, por sua vez, segue ativa e alinhada ao DNA do setor: transformar desafios em oportunidades sempre com o olhar voltado ao bem-estar, saúde e segurança do indivíduo e do meio ambiente; o de promover o diálogo entre todos os atores envolvidos em prol do bem comum; e o de defender a competitividade da indústria nacional rumo ao desenvolvimento e crescimento do País. 

abiquim Indústria química

Posts relacionados

Empresas & Negócios

CEO da Lanxess: “Nossos investimentos fluirão para os EUA – a menos que a Alemanha acorde”

TENDÊNCIAS & CONSUMO

Uso da capacidade no setor químico, em janeiro, tem melhor taxa desde 2018

Institucional & Industrial

Demanda interna de químicos alcança melhor nível histórico em 2021

Empresas & Negócios

MP revoga benefício fiscal na virada do ano e surpreende indústria química

Institucional & Industrial

A indústria química brasileira será líder em renováveis, diz Abiquim na COP-26

Inteligência de Mercado

Na Câmara, Abiquim defende estratégia de precificação do carbono via comércio de emissões

HOUSEHOLD SUMMIT 2026
Takasago
Aptar
Linus
Macler
DOW
Robertet
Bandeirante Brazmo
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Regulatórios & Segurança
Regulatórios & Segurança

Ver mais

ESGRegulatórios
Piauí institui diretrizes para incentivar saneantes de base natural
Regulatórios
Anvisa promove capacitação em Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos e Saneantes
DestaquesRegulatórios
ACI reforça avanços em segurança infantil após estudo sobre produtos de limpeza
Ciência & TecnologiaDestaquesRegulatórios
Anvisa fortalece comunicação no setor household com canal no WhatsApp
InternacionalRegulatórios
União Europeia publica novas regras para detergentes e surfactantes
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Parceiros
IBM_logo_Branco

A Innovation Business Media é um ecossistema de mídia, conteúdo e eventos que conecta conhecimento, inovação e negócios por meio de portais especializados, experiências presenciais e digitais, além de iniciativas educacionais.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • [email protected]
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Cuidados com Automóveis
  • Cuidados com Banheiros
  • Cuidados com Louças
  • Cuidados com Pisos
  • Cuidados com Roupas
  • Cuidados com Superfícies
  • Desinfetantes
  • Wipes
Institucional
  • O Household Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Household Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.