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Alta nos produtos de limpeza atinge 10% em 12 meses, diz IBGE

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Economista explica que o setor sofre com os aumentos da indústria química

A alta no preço do barril de petróleo no mercado internacional não deixou só o combustível mais caro. Ela aparece até nas prateleiras dos produtos de limpeza.

Segundo o IBGE, no acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de mais de 10%. A esponja de lavar louças, essencial na cozinha, teve o maior reajuste: 16,5%. Seguida do sabão em barra e do detergente. A principal explicação para alta vem do exterior.

“A indústria química fornece os insumos para indústria dos produtos de limpeza. Então, toda vez que a gente vê elevação no preço do petróleo, e dos seus derivados, a gente tem aí, ao longo da cadeia, também, um aumento generalizado de preços que acabam impactando o consumidor final”, explica a economista Tatiana Aleixo.

Uma empresa fabrica 60 tipos de produtos para limpeza. O limpa pedras teve reajuste de mais de 50% desde o início da pandemia. É que os ácidos, solventes e glicerina, que são matéria-prima do produto, tiveram alta.

Já na produção do cloro, o que pesou para o aumento foi a embalagem. O galão de 5 litros, que antes era revendido por R$ 15, agora custa R$ 25,70. Na água sanitária, o aumento foi de mais de 100%.

“Teve embalagens que sofreram até 140%, onerando muito no custo do produto. Teve uma grande desvalorização do real, e todas as matérias-primas para a produção de embalagens, são em dólar”, afirma o gerente comercial Michel Eustáquio.

 

Fonte: G1  11.10.2021

Cleaning Coalition oferece guia de reabertura para empresas de Nova York

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Com as empresas de Wall Street e Main Street lutando com casos crescentes de COVID-19, 44 por cento das empresas de Nova York atrasaram oficialmente seus planos de retorno ao escritório até outubro e, em alguns casos, até 2022.

À medida que a variante Delta continua a se espalhar nos Estados Unidos, o setor imobiliário, os gerentes de instalações, os empregadores e os ocupantes dos edifícios devem repensar suas melhores práticas e adotar uma visão mais holística da segurança que priorize a saúde do trabalhador.

Com isso em mente, a Cleaning Coalition of America, um grupo comercial que representa os profissionais de serviços de limpeza em todo o país, lançou o Clean Slate: um guia de reabertura para empresas de Nova York. O white paper, desenvolvido em coordenação com especialistas independentes em doenças infecciosas e higiene ambiental, descreve recomendações de como as empresas podem manter um local de trabalho seguro e saudável e mitigar a disseminação de vírus.

“A pandemia colocou muito estresse sobre os proprietários de empresas, e descobrir o processo e os procedimentos para a desinfecção adequada do local de trabalho pode ser um projeto opressor”, disse Josh Feinberg, presidente da Cleaning Coalition of America. “O fornece às empresas as ferramentas necessárias para manter um ambiente de trabalho saudável e garantir a segurança dos funcionários, clientes e limpadores profissionais que trabalham na linha de frente”.

Mitigando a propagação de patógenos

Os escritórios são criadouros de patógenos causadores de doenças – não apenas a Covid-19, mas outros vírus como a gripe e o resfriado comum. A contaminação de uma única área comumente tocada pode impactar entre 40% e 60% de outras superfícies em menos de meio dia – e em alguns casos dentro de duas horas. Se não mitigadas, as doenças transmitidas por escritórios podem se espalhar rapidamente e representar desafios financeiros para empresas e proprietários comerciais. A gripe sozinha cria um fardo econômico para o sistema de saúde e a sociedade de US $ 11,2 bilhões por ano, enquanto custa aos EUA aproximadamente 20 milhões de dias de trabalho por ano.

A limpeza e a desinfecção de rotina são essenciais para mitigar a disseminação de patógenos e podem reduzir as taxas de resfriado, gripe e doenças estomacais em 80%.

 

Fonte: Facility Executive  04.10.2021

Molécula sintética da erva-de-gato é eficaz para repelir insetos

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O ingrediente-chave da erva-de-gato, uma substância chamada nepetalactona, pode ser finalmente produzida de forma sintética em larga escala.

Esse produto químico é um repelente de insetos altamente eficaz, mas as plantas de erva-de-gato (Nepeta cataria) não produzem o suficiente para tornar sua produção comercialmente viável.

Repelentes de insetos eficazes podem ajudar a prevenir doenças graves, como dengue e malária. O repelente de mosquitos mais usado em todo o mundo hoje é o DEET. No entanto, algumas populações de mosquitos estão desenvolvendo resistência ao DEET, o que aumenta a necessidade da criação de alternativas.

Vários estudos já comprovaram que a nepetalactona é um repelente de insetos muito eficaz, com alguns mostrando que é até melhor do que o DEET, mas a produção em massa de uma versão barata não é viável usando a planta.

Agora, Vincent Martin e seus colegas da Universidade Concórdia (Canadá) adicionaram oito genes extras a uma cepa de levedura, incluindo algumas enzimas-chave da erva-de-gato, para criar uma via química para a produção de nepetalactona. “Ainda precisamos fazer algum trabalho para aumentar os níveis. Eu não acredito que seja um obstáculo difícil de superar”, diz Martin.

Na verdade, os pesquisadores já estão discutindo com empresas sobre o investimento necessário para desenvolver ainda mais a levedura geneticamente modificada e comercializar o processo.

Eles têm também outro probleminha mais prosaico para resolver. A erva-de-gato não tem esse nome à toa: além de repelir mosquitos e pernilongos, a nepetalactona atua como um atrativo irresistível para os gatos.

“Se você sair andando por aí com essa molécula em você, não haverá mosquitos, mas todos os gatos da vizinhança irão perseguir você? Para ser honesto, eu não sei,” disse Martin. “Isso certamente é algo que teremos que investigar”.

 

Fonte: Diário da Saúde, New Scientist  04.10.2021

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