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Embalixo espera vendas fortes em 2021, mas vê ano mais desafiador

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Pandemia impulsionou as vendas e, no ano passado, a fabricante de sacos de lixo faturou R$ 185 milhões, com crescimento de 35%

Líder no mercado nacional de sacos para lixo, a Embalixo experimentou forte crescimento nas vendas no ano passado, impulsionadas também pela pandemia de covid-19 e seu impacto nos hábitos de higiene e consumo do brasileiro. O faturamento, de R$ 185 milhões, foi 35% maior em relação ao ano anterior e o volume de vendas cresceu praticamente ao mesmo ritmo.

Para 2021, a previsão é de nova rodada de crescimento acelerado – de dois dígitos, perto de 20%. Mas o ambiente de negócios está mais “desafiador”, pondera o diretor comercial da empresa paulista, Rafael Costa. “A perda de renda do brasileiro está afetando o consumo. Mas ainda pretendemos crescer dois dígitos altos”, afirmou.

Tradicionalmente, o brasileiro utiliza as sacolas plásticas de mercado para recolher o lixo doméstico. A pandemia, conta o executivo, estimulou o uso de sacos apropriados e contribuiu para o volume de vendas superior. Produtos de maior valor agregado, como sacos com alça ou o recém-lançado antiviral, foram mais procurados e a expectativa é que essa mudança de comportamento seja gradualmente incorporada no pós-pandemia.

Com venda anual entre 9,5 mil e 10 mil toneladas, a Embalixo se vale do varejo para chegar ao consumidor final e estima em 48% sua fatia no mercado nacional.

A empresa, que tinha sede em Campinas (SP) e hoje está na vizinha Hortolândia, foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro saco para lixo no país com proteção antiviral e antibacteriana capaz de inativar até 99,999% do novo coronavírus no país. Lançado em meados do ano passado, o produto resultou da aposta em inovação e sustentabilidade feita desde a fundação, em 2003, e ganhou musculatura nos últimos anos.

“Nosso portfólio ainda terá grande parte de origem fóssil. Mas incentivamos muito a economia circular e as fontes renováveis”, disse o diretor. Do lado dos insumos, a Embalixo só utiliza materiais recicláveis e já oferece sacos veganos, de polietileno “verde” ou “carbono zero”. Agora, trabalha no desenvolvimento de um filme obtido a partir de um novo biomaterial.

Dentro de casa, conta Costa, a empresa também adotou uma série de medidas para reduzir a pegada de carbono. Uma das iniciativas foi instalar painéis solares que hoje fornecem toda a energia consumida no escritório. A ideia é alcançar 100% de energia renovável, com destaque para a solar, também na operação produtiva.

Com o avanço já feito na matriz energética, a empresa prevê reduzir em 35% a emissão líquida de carbono até o fim do ano – no ano passado, as emissões foram calculadas em 700 toneladas. A meta é alcançar a neutralidade em 2022 e, conforme o executivo, a Embalixo poderá investir em reflorestamento para alcançar essa marca. “A necessidade de reduzir emissões é de hoje, não do futuro”, afirmou.

 

 

 

 

 

Fonte: Valor Econômico 06.09.2021

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