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Pandemia não melhora satisfação dos americanos com a limpeza

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Pesquisa mostra que a maioria das pessoas não faz limpeza para aliviar o estresse causado por uma casa suja e bagunçada

Depois de mais de um ano e meio passando mais tempo em casa devido à pandemia do coronavírus, pode-se pensar que as pessoas aprenderam a gostar de limpar. Mas, embora as pessoas agora compreendam melhor o importante papel que a limpeza desempenha na saúde, isso não significa que passaram a amar a tarefa.

Uma nova pesquisa do site de serviços domésticos Angi descobriu que, embora mais da metade das pessoas fiquem estressadas por causa de casas bagunçadas, 69% não limpam para aliviar o estresse. Na verdade, a limpeza é um fator de estresse em si, com 28% dos entrevistados revelando que a desordem é a bagunça doméstica mais estressante.

Embora alguns psicólogos acreditem que limpar pode ser bom porque proporciona uma sensação de controle sobre o ambiente, a maioria dos entrevistados discordou e preferiu exercícios, ioga ou meditação como métodos de enfrentamento do estresse.

A pesquisa com 1.500 americanos analisou as atitudes, gostos e desgostos das pessoas em relação à limpeza. Ele identificou situações estressantes, incluindo:

Uma pia cheia de pratos sujos (22% dos entrevistados)

Uma cozinha bagunçada (18%)

Um banheiro sujo (16%)

Um chão sujo (9%)

Roupa acumulada (7%).

Quando questionados sobre qual tarefa de limpeza eles acharam mais irritante, os entrevistados responderam:

Limpeza do banheiro (26%)

Pó (22%)

Recolhendo desordem (16%)

Lavando pratos (13%)

Lavando roupa ou aspirando (ambos 10%)

Limpeza da cozinha (5%).

 

 

Fonte: CMM Online  09.11.2021

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